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O Kit estará disponível para retirada até o dia 31 de maio de 2019, no horário das 9h às 17h, na sede administrativa da Unimed Blumenau, localizada na rua das Missões, nº 455, bairro Ponta Aguda, Blumenau (SC).

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Agosto

Aleitamento Materno

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Confira o vídeo:

Aleitamento Materno

Aleitamento Materno

Aleitamento materno: a importância da doação de leite

Os bebês que não podem ser amamentados pelas próprias mães têm a chance de receber os benefícios do leite materno por meio de doação. Um litro de leite materno doado pode alimentar até dez recém-nascidos e, com ele, o bebê tem um melhor desenvolvimento, menor chance de infecção, alergias e diarreia.

De acordo com o Ministério da Saúde, todos os anos, aproximadamente, 150 mil litros de leite materno humano são coletados, processados e distribuídos aos recém-nascidos de baixo peso e que estão internados em hospitais. Além disso, nos últimos dez anos quase 2 milhões de bebês foram beneficiados com a doação de leite materno apenas no Brasil. 

 

Doação de leite humano

Os bancos de leite têm entre seus objetivos a promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, e, segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil possui a maior e mais complexa Rede de Bancos de Leite Humano e é modelo para a cooperação internacional em mais de 20 países das Américas, Europa e África, estabelecida por meio da Agência Brasileira de Cooperação (ABC).

De acordo com pesquisas da OMS, no Brasil, cerca de 330 mil crianças nascidas a cada ano são prematuras ou têm baixo peso e precisam da doação de leite materno para sobreviver. O número representa 11% do total de crianças nascidas no país, média de 3 milhões por ano.

Portanto, toda mulher que estiver amamentando é uma possível doadora. É importante ressaltar que a doação não provoca falta de leite, pois quanto mais a mulher amamenta ou esvazia as mamas, mais leite ela irá produzir.

Para doar, basta ser saudável e não tomar nenhum medicamento que interfira na amamentação. Além disso, é necessário lavar/esterilizar e preparar o frasco de armazenamento do leite, higienizar as mamas apenas com água antes da retirada do leite, para assim, iniciar a retirada do mesmo. O leite humano pode ser armazenado em congelador até 15 dias. Após o término da coleta, feche bem o frasco e entregue no banco de leite da sua cidade.

Após a doação o leite é analisado, pasteurizado e submetido a um rigoroso controle de qualidade antes de ser ofertado a um recém-nascido. O banco de leite faz o cadastro da doadora com dados pessoais, informações sobre pré-natal e hábito de vida. Dando positivo às análises, o leite é distribuído de acordo com as necessidades específicas de cada recém-nascido internado. Todo transporte é realizado em caixas isotérmicas, com gelo reciclável e controle de temperatura, mantendo assim a qualidade e segurança do leite.

 

Benefícios do aleitamento materno

A amamentação traz inúmeros benefícios para a mãe e para o bebê. Os principais para a mãe são: redução mais rápida de peso após o parto, melhor recuperação do tamanho normal do útero, diminuição do risco de hemorragia e anemia após o parto, redução do risco de doenças como o diabetes e câncer de mama. 

O leite materno contém minerais e nutrientes que ajudarão o recém-nascido a crescer com saúde. Ele também diminui as chances de infecções, alergias, asma, vômitos, diarreia, pneumonia, diabetes juvenil e obesidade.

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Como vencer as dificuldades durante a amamentação?

Porém, amamentar não é uma tarefa tão fácil e prazerosa, algumas vezes podem surgir dificuldades durante este processo tão signifcativo para as mamães.

Os desafios podem ter diferentes causas, como questões fisiológicas, onde há mastite ou fissuras no peito; sociais ou emocionais. Agitação, cansaço, estresse e um ambiente não favorável também podem atrapalhar a amamentação.

Diante de situações como estas, as mães podem se sentir frustradas e desanimadas por não conseguirem amamentar, neste caso, é importante o apoio familiar para que a mãe não desista de amamentar.

Existem algumas dicas que podem auxiliar e prevenir algumas destas complicações, são elas:

  • Alimentação balanceada e muita hidratação durante o período de amamentação.
  • Expor as mamas ao sol por dez a quinze minutos, durante a manhã, até às 10 horas, e, à tarde, após às 16 horas, ajuda a fortalecê-las.
  • Ficar atenta a “pega” do bebê, ou seja, verificar se ele coloca toda a aréola na boca e não somente o bico do peito, pois, mamando desta forma, o bebê suga pouco leite e talvez precise de alimentos complementares posteriormente.
  • Caso surjam rachaduras no peito, o ideal é aplicar o próprio leite materno nas regiões afetadas, várias vezes ao dia, auxiliando no processo de cicatrização.
  • Outra dica importante é o esvaziamento correto do peito, que deve ser feito regularmente. Quando não é feito de forma correta, ele empedra, dá calor, inflamação e até abscesso (com febre e calafrios). Dessa forma, o bebê não consegue mamar. Deve-se massagear as mamas antes de amamentar ou até sair parte do leite.

Esse é um momento de descobertas e adaptação, e cada mamãe terá uma maneira específica de lidar com a amamentação,  já que nenhum bebê é igual ao outro. Quanto mais a mulher se sentir protegida, compreendida e segura, mas fácil será a maternidade com um todo. Aproveite também a consulta com o pediatra para tirar suas dúvidas sobre a amamentação. Este profissional irá saber lhe orientar e ajudar!

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Amamentação: saiba como o leite materno reduz chances de obesidade infantil

Além de fortalecer o vínculo entre mãe e filho, a amamentação diminui o risco da mulher desenvolver inúmeras doenças e possui benefícios importantes para garantir o crescimento da criança. Um deles é contra a obesidade infantil.

A gordura que é produzida em leites industrializados possui maior índice de insulina, fazendo com que o bebê acumule mais gordura no corpo. Enquanto o leite da mãe é próprio para o recém-nascido e tem menos gordura do que as fórmulas produzidas. A gordura que há no alimento natural é especial e melhora o desenvolvimento cerebral e físico do bebê.

Outro fator importante é que, no peito, o bebê regula a saciedade, consumindo somente o necessário, enquanto que, na mamadeira ele irá consumir mais do que se mamasse no peito, pois o fluxo de leite é maior e mais fácil de sugar.

O leite industrializado não é um vilão, pois, há diversas mães que não podem amamentar e necessitam usar a mamadeira, basta, apenas, fazer o controle com o pediatra e dar a quantidade certa.

 

Aleitamento materno contra a obesidade infantil

Segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), crianças que nunca foram amamentadas estão 22% mais propensas a serem obesas. E, para bebês que foram amamentados nos seis primeiros meses de vida, o risco caía para 12%.

Durante a amamentação, a criança experimenta sabores diferentes, porque o leite varia de composição de um dia para o outro, ao longo dos meses e de acordo com a alimentação da mãe. Com isso, "o bebê vai ter um paladar mais fácil depois".

Ou seja, crianças que foram amamentadas terão preferências alimentares mais favoráveis no futuro, comendo mais frutas e vegetais do que aquelas que são alimentadas com fórmula.

Porém, não é só a questão do leite materno ou da fórmula que influenciará no risco de obesidade infantil. Os hábitos alimentares da família são muito importantes para se ter uma saúde e um peso ideal. As famílias com sobrepeso tem bebês já com propensão. Desde o nascimento do bebê, a família deve se preocupar em manter hábitos saudáveis para que a criança cresça em um ambiente favorável.

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Amamentação: conheça os benefícios do aleitamento materno para mães e bebês

Além de fortalecer o vínculo entre mãe e filho, a amamentação diminui o risco da mulher desenvolver inúmeras doenças e tem benefícios importantes para garantir a saúde do bebê como, por exemplo, fortalecer o sistema imunológico e favorecer o crescimento e desenvolvimento, pois é rico em proteínas e nutrientes feitos especialmente para cada fase da vida dele.

 

Benefícios do aleitamento para os bebês

O leite materno é o alimento mais completo e equilibrado, pois atende a todas as necessidades de nutrientes e sais minerais da criança, além disso, existe outros benefícios importantes, como:

  • Maior contato com a mãe;
  • Melhora a digestão e minimização das cólicas;
  • Desenvolve a inteligência, sistema imunológico e nervoso;
  • Reduz o risco de doenças alérgicas, como a intolerância a glúten;
  • Diminui as chances de desenvolver doença de Crohn e Linfoma;
  • Estimula e fortalece a arcada dentária;
  • Previne a obesidade, anemia e doenças contagiosas, como a diarreia;
  • Bebês que mamam exclusivamente no peito até os seis meses têm menos risco de desenvolver asma e artrite reumatoide e recebem uma proteína que combate vírus e bactérias do trato gastrointestinal.

 

Benefícios do aleitamento para as mães

A importância do aleitamento materno para a saúde do bebê é bastante conhecida, mas é importante ressaltar que a amamentação proporciona inúmeros benefícios para as mães. Vários estudos já apontaram que a amamentação reduz os ricos da mulher desenvolver, no futuro, câncer de mama, ovário e endométrio, porém, existem outros benefícios, como:

  • Diminui o sangramento no pós-parto;
  • Acelera a perda de peso;
  • Evita a osteoporose e protege contra doenças cardiovasculares, como o infarto;
  • Ajuda no desprendimento da placenta, contribuindo para a volta do útero ao tamanho normal;
  • Previne a anemia e a diabetes;
  • Provoca sensação de bem-estar e de realização;

 

Durante o período de amamentação, o ideal é que a mãe mantenha uma alimentação equilibrada e saudável, incluindo frutas, verduras e legumes e, evitando o excesso de sal. É importante também beber água e sucos naturais. Além disso, amamentar estimula o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê.

 

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