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O Kit estará disponível para retirada até o dia 31 de maio de 2019, no horário das 9h às 17h, na sede administrativa da Unimed Blumenau, localizada na rua das Missões, nº 455, bairro Ponta Aguda, Blumenau (SC).

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Setembro

Saúde Mental

#secuidahein

Confira o vídeo:

com Dr. Otmar Steiner

Saúde Mental

Ansiedade: a preocupação constante com o que ainda não aconteceu.

Considerada o tipo mais frequente de transtorno mental, a ansiedade é uma resposta automática e normal a uma ameaça ou a um estresse psicológico. No entanto, quando a mesma surge em momentos inadequados, com certa frequência, intensidade e longa duração, a ponto de afetar as atividades normais da pessoa, passa a ser considerada como um transtorno.

Tendo como gatilho um período ou situação de estresse, o transtorno de ansiedade causa angústia mental e necessidade de isolamento e pode dar origem ao transtorno de ansiedade generalizada, ataques de pânico, síndrome do pânico e transtornos fóbicos específicos.

Causas dos transtornos de ansiedade

As causas não são completamente conhecidas, mas, normalmente, envolvem os seguintes fatores:

  • Fatores genéticos (incluindo histórico familiar);
  • Ambiente (vivenciar uma situação traumática ou de estresse);
  • Constituição psicológica;
  • Doença física;
  • Consumo de medicamentos ou uso de drogas.

Sintomas

A ansiedade pode surgir de repente, em crises de pânico, ou, gradualmente, no decorrer de minutos, horas ou dias. A duração varia muito, de alguns segundos a vários anos. Pode haver variação de intensidade, desde uma angústia quase imperceptível até um ataque de pânico muito grave, durante o qual a pessoa pode sentir falta de ar, tontura, aumento da frequência cardíaca, agitações e tremores.

Os transtornos de ansiedade podem ser muito angustiantes e interferem na vida de quem sofre com eles, podendo desencadear até doenças mais severas como a depressão. Pessoas com transtornos de ansiedade  têm, pelo menos, duas vezes mais probabilidade de desenvolver depressão do que pessoas que não têm.

Como reduzir a ansiedade no dia a dia?

É muito comum vivermos em uma rotina de trabalho excessivo, com altos índices de produtividade. Porém, o nosso cérebro, em determinado momento, começa a trabalhar em “regime de estresse”,  dando início a ansiedade e diminuindo a capacidade de processar informações.

A melhor maneira de reduzir e até mesmo evitar a ansiedade, é a diminuição do estresse. Levar uma vida mais agradável, com tempo para cuidar de si mesmo, mantendo hábitos e relacionamentos saudáveis.

A saúde mental é essencial para uma boa qualidade de vida. Por isso, é necessário adotar hábitos para uma vida mais leve, sem cobranças exageradas, mantendo o equilíbrio e a felicidade. Além disso, é importante procurar auxílio médico caso algum sintoma seja identificado.

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Como manter a saúde mental em dia em meio ao estresse diário?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o estresse atinge 90% da população mundial. Só no Brasil, 70% da população sofrem com esse mal, sendo que 30% chegam a ter níveis elevados de estresse, danificando, assim, a qualidade da saúde mental, que inclui a capacidade do indivíduo de usar suas próprias habilidades, recuperar-se do estresse diário, ser produtivo e reagir às exigências da vida.

 

Estresse

É importante esclarecer que estresse não é necessariamente uma coisa ruim. O estresse nada mais é que uma resposta física do organismo a um estímulo. De acordo com especialistas, o estresse, se diário, abala a saúde mental do indivíduo e provoca diversas situações do cotidiano o levando ao esgotamento mental.

O que poucos sabem é que o corpo reage de várias maneiras ao estresse, ele pode gerar sintomas como dificuldade de concentração, problemas de memória, ansiedade, mau humor, depressão e distúrbio alimentares.

Saber lidar com o estresse é um hábito que precisa ser adquirido. É necessário ter maturidade e visão estratégica para driblar todas as dificuldades do dia a dia para evitar o estresse. Para ajudar, listamos abaixo algumas dicas para aliviar e lidar com o estresse e, principalmente, preservar a saúde mental:

1. Identifique o que causa o estresse: É importante monitorar o estado mental ao longo do dia.  Quando se sentir estressado, busque encontrar o motivo e resolvê-lo com tranquilidade.

 

2. Respirar: Em uma crise de estresse é normal surgir falta de ar, por isso, lembre-se de respirar. Restabelecer uma respiração eficiente e de qualidade ajuda a monitorar as emoções e controlar a ansiedade.

 

3. Cuidado com a alimentação: A escolha correta dos alimentos não melhora apenas a saúde física como também a saúde mental. É importante buscar incluir no cardápio alimentos naturais como frutas, legumes e verduras, beber bastante água e evitar refeições com muito sal.

 

4. Pratique atividade física: Exercícios têm diversas características que se relacionam com o relaxamento pois há liberação de hormônios que otimizam o funcionamento do corpo, como adrenalina e endorfina.

 

5. Evite hábitos ruins: Algumas pessoas acabam desencadeando hábitos ruins para lidar com o estresse, como, por exemplo, ingerir bebidas alcoólicas, doces ou comida em excesso; tornar-se reclusas, evitando o contato com amigos e familiares, abrindo mão de momentos de lazer.

 

6. Dormir melhor: O estresse prolongado, antes de tudo, funciona como uma agressão ao nosso organismo. E dormir bem é uma das melhores formas do corpo se recuperar desse tipo de ataque. 

 

Encontrar o equilíbrio entre o corpo e a mente nem sempre é uma tarefa fácil, principalmente para quem vive em grandes centros urbanos e precisa encarar todos os desafios do dia a dia. Antes de mais nada, é importante lembrar que nossa mente faz parte do nosso corpo. Portanto, é parte de um conjunto biológico, formado por células, tecidos e órgãos, que podem adoecer por inúmeros motivos, como o estresse. Com isso, não há razão para menosprezar a saúde mental.

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Depressão: a doença conhecida como o mal do século

A doença, quando de longa duração e com intensidade moderada ou grave, pode se tornar uma grave condição de saúde. Ela pode causar à pessoa afetada um grande sofrimento, resultando, muitas vezes, em problemas no trabalho, escola, família e, até mesmo, levar ao suicídio. Segundo pesquisas da OMS, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano, sendo a segunda principal causa de morte entre pessoas com idade entre 15 e 29 anos.

 

Causas da depressão

A depressão pode se desenvolver em decorrência de desequilíbrios cerebrais, com a diminuição de neurotransmissores, como a serotonina, hormônio ligado à sensação de prazer e bem-estar; fatores genéticos que podem ser provocados por uma disfunção bioquímica do cérebro; hipotireoidismo; consumo de drogas; excesso de uso de medicamentos; doenças físicas; mudanças importantes na vida; traumas; estresse e etc.

 

Sintomas da doença

Os sintomas de depressão afetam a maneira como o indivíduo se sente, pensa e lida com atividades diárias, como dormir, comer, se exercitar e trabalhar. Sabe-se que a forte sensação de desânimo, alterações frequentes de humor, baixa autoestima e tristeza profunda são sintomas comuns da doença. Porém, existem diversos outros sintomas que precisam de atenção, como, por exemplo:

  • Anedonia (falta de interesse);
  • Alteração brusca de peso (perda ou ganho de peso sem intenção);
  • Distúrbio de sono (insônia ou sono em excesso);
  • Agitação ou apatia psicomotora com frequência;
  • Fadiga e perda de energia constante;
  • Sentimento permanente de culpa, falta de esperança, sentir-se inútil, insegurança, desespero e vazio;
  • Falta de concentração;
  • Pensamentos constantes de não viver;
  • Alteração da libido e diminuição do desejo sexual;
  • Irritabilidade, mover-se e falar devagar;
  • Ansiedade e angústia;
  • Dores sem causas físicas, como: dor de cabeça, cólicas ou problemas digestivos;
  • Movimentos físicos sem sentido, por exemplo, apertar a mão de forma constante e nervosa;
  • Necessidade de um grande esforço para fazer coisas que antes eram fáceis;
  • Diminuição ou incapacidade de sentir alegria;
  • Interpretação distorcida e negativa da realidade;
  • Não conseguir diferenciar as emoções negativas;
  • Sintomas clinicamente inexplicáveis.

Além dos sintomas, existem fases e tipos de depressão, como por exemplo, o Transtorno Depressivo Recorrente, distúrbio que envolve repetidos episódios depressivos, como humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida. Outro tipo é o Transtorno Afetivo Bipolar, que consiste na alternância entre episódios de humor. Esses episódios envolvem humor exaltado ou irritado, excesso de atividades, pressão de fala, autoestima inflada e uma menor necessidade de sono, bem como a aceleração do pensamento.

Muitas vezes, no início, os sinais da enfermidade podem não ser reconhecidos. O que é preciso ficar atento e não desconsiderar, são possíveis referências a ideias suicidas ou de autodestruição.

A depressão é uma doença que atinge várias pessoas, porém, de maneiras e sintomas diferentes. Ela precisa de atenção, carinho, dedicação, companheirismo das pessoas próximas ao paciente e, principalmente, amor. É importante destacar que a depressão é diferente da tristeza. Ela precisa do olhar do próximo, de entendimento e de ajuda. Tenha atenção aos sintomas da doença e em caso de dúvidas ou persistência de indícios, procure ajuda médica.

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Saúde mental: você cuida da sua?

A saúde mental pode incluir a capacidade do indivíduo de usar suas próprias habilidades, recuperar-se do estresse diário, ser produtivo e reagir às exigências da vida. De acordo com a OMS, estima-se que em cada 100 pessoas, 30 sofram, ou venham a sofrer de problemas de saúde mental, e que cerca de 12 tenham uma doença mental grave, como depressão - doença psiquiátrica crônica que pode atingir pessoas de qualquer faixa etária.

 

Principais problemas de saúde mental

Existem distúrbios que podem afetar a saúde mental das pessoas. Alguns de maior grau e outros não, porém todos afetam a qualidade de vida, rotina, comportamento e personalidade do indivíduo. Os principais problemas de saúde mental são: depressão; transtornos de ansiedade como Síndrome do Pânico, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático e fobia social; bipolaridade; esquizofrenia; transtornos alimentares como bulimia e anorexia nervosa; transtornos de personalidade como o de Borderline e transtorno de personalidade antissocial.

 

Preserve a saúde mental

Ao longo da vida, qualquer pessoa pode desenvolver transtornos que afetam a saúde mental. Alguns deles, são genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos e variam de intensidade e duração. Abaixo, listamos algumas dicas para preservar a sua saúde mental:

  • Ser realista e positivo: para qualquer atividade que se vá fazer é importante adequar as expectativas geradas, levar sempre em conta as possibilidades de alcance, metas e objetivos, para assim, evitar futuras frustações.
  • Praticar exercícios físicos e ter uma alimentação balançada: sem a alimentação balanceada e uma rotina de exercícios físicos diária, o metabolismo fica lento, com isso, apresentará sintomas similares aos de quando se está doente, pois não terá força necessária para realizar as atividades necessárias da rotina.
  • Dormir bem: O sono é essencial para que o corpo se recupere do cansaço diário e o cérebro descanse adequadamente.
  • Ter bons hábitos e rotineiros: uma boa rotina é muito importante para manter a saúde mental em dia. Com ela é possível manter o corpo sempre em funcionamento para estimular a produção de substâncias que garantem sensações positivas, como a endorfina.
  • Preservar laços familiares e de amizade: um dos pontos importantes em manter uma vida saudável é manter contato com pessoas. Por isso é importante sair com pessoas que se gosta e se sente bem.
  • Não usar drogas ilícitas: o consumo frequente aumentam consideravelmente as chances do indivíduo de desenvolver transtornos mentais e, além disso, essas substâncias causam problemas degenerativos ao cérebro.

 

A saúde mental é essencial para uma boa qualidade de vida. Por isso é necessário que hábitos para uma vida mais leve, sem cobranças exageradas, equilíbrio e felicidade sejam adotados

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