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Cada "Kit Se Cuida" contém 01 (um) canudo de metal e 01 (um) snack, que será distribuído gratuitamente aos usuários cadastrados.

O Kit estará disponível para retirada até o dia 31 de maio de 2019, no horário das 9h às 17h, na sede administrativa da Unimed Blumenau, localizada na rua das Missões, nº 455, bairro Ponta Aguda, Blumenau (SC).

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Outubro

Saúde da Mulher

#secuidahein

Confira o vídeo:

Com Dra. Lidiane Cristina Nitsche

Hábitos para prevenir o Câncer de Mama

O coração feminino precisa de atenção

Nos últimos anos, o público feminino conquistou um expressivo espaço no mercado de trabalho, e com o acúmulo de papéis a rotina das mulheres consequentemente ficou mais desgastante, favorecendo hábitos pouco saudáveis. 

A falta de atividade física e dieta inadequada levam à obesidade, que é um dos fatores de risco mais preocupantes. Quando a mulher fuma, o risco de doença cardiovascular aumenta em 25% comparado a homens fumantes. Ou seja, a melhor orientação para evitar doenças cardiovasculares é adotar um estilo de vida mais saudável.

A redução de riscos depende do conhecimento, educação e acesso à informação e está diretamente vinculada ao entendimento de como o corpo funciona. Por isso, cuidar da saúde diminui significativamente as chances de sofrer um infarto.

 

Prevenção e qualidade de vida

A melhor dica é começar a se cuidar cedo. Quanto mais tarde a mulher se preocupar com a saúde, maiores são as preocupações. Os sintomas das doenças cardiovasculares identificados a partir de uma certa idade, provavelmente já se iniciaram há algum tempo e podem ser resultado de anos de hábitos danosos à saúde.

A prevenção de doenças cardiovasculares começa com medidas simples como: praticar atividades físicas regularmente, manter uma alimentação saudável, cuidar do emocional, e evitar o consumo de álcool e tabaco. Ou seja, grande parte dos fatores de risco relacionados às doenças cardiovasculares são modificáveis, além disso, comportamentos saudáveis evitam não apenas as doenças do coração, mas outras doenças crônicas.

 

Atente-se aos principais sintomas das doenças cardiovasculares

O sintoma mais comum do infarto, por exemplo, é o aperto no peito, que pode ser irradiado para os braços, principalmente o esquerdo, pescoço, mandíbula e para as costas. Além destes, existem alguns que não são conhecidos como sintomas típicos de infarto ou podem estar relacionados também a outros problemas de saúde, como enjoos, falta de ar, cansaço inexplicável e queimação no estômago. Estes sinais silenciosos podem ser ainda mais preocupantes, pelo fato de que as mulheres acabam deixando de procurar assistência médica imediatamente, atrasando o diagnóstico e o tratamento adequado.

Não deixe pra depois. Cuidar bem do coração é essencial para uma boa qualidade de vida.

Que tal começar hoje mesmo a mudar seus hábitos?

 

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Hábitos saudáveis podem prolongar a fertilidade da mulher

Em perspectivas biológicas, a fertilidade feminina começa a cair por volta dos 25 anos e tem declínio importante depois dos 35 anos. Engravidar fora desse período aumenta as chances de riscos, principalmente em idade avançada. A faixa etária mais indicada para engravidar é entre os 20 e 30 anos, período em que a mulher tem óvulos de maior qualidade e em maior número. Além disso, nesta idade também há menores chances de complicações, já que o corpo tem maior facilidade para se adaptar às alterações da gravidez.

Existem alternativas para adiar a o sonho de ser mãe, como o congelamento de óvulos, por exemplo, mas ainda assim, o processo nem sempre é simples e não há garantia do resultado esperado. É por isso que cuidar da fertilidade com hábitos saudáveis e acompanhamento médico regular, são fatores importantes para quem quer ter filhos.

Manter uma vida equilibrada, com alimentação balanceada aliada a exercícios físicos, por exemplo, são alguns dos cuidados que podem fazer toda diferença para mulheres que pensam em engravidar.

Controle de peso

Distúrbios de peso, na mulher, podem ocasionar alterações nos hormônios imprescindíveis para que a gestação ocorra. O sobrepeso interfere ainda nos ciclos menstruais, podendo inibir a ovulação e a menstruação. Além do prejuízo hormonal, alterações de peso podem causar problemas psicológicos como queda na autoestima e do desejo sexual.

Não fumar

Mesmo não sendo uma causa direta de infertilidade, o cigarro pode atrapalhar a produção dos óvulos e é responsável por 13% dos casos de infertilidade feminina. Fumar dificulta a produção de estrógeno (hormônio sexual feminino), interfere no desenvolvimento dos óvulos, favorece a formação de óvulos com alterações genéticas, aumenta a probabilidade de aborto espontâneo, podendo ainda antecipar a menopausa.

Evitar a ingestão de álcool

O consumo de bebida alcoólica pode comprometer a fertilidade da mulher e resulta em um inadequado funcionamento dos ovários com consequente irregularidade do ciclo menstrual. Além disso, consumir álcool, principalmente na gestação, pode aumentar o risco de aborto espontâneo. 

Atenção para o estresse

Distúrbios do sono, por exemplo, decorrentes do estresse alteram o ritmo biológico da mulher, prejudicando a produção de hormônios envolvidos na reprodução e na fertilidade. O Estresse causa distúrbios hormonais que interferem no processo de desenvolvimento dos óvulos, acarreta disfunções nos ciclos menstruais - diminuindo a ovulação, reduz a imunidade, e também pode reduzir a libido.  

Estar atenta ao próprio corpo e emoções, é o primeiro passo para uma vida mais equilibrada, assim como manter hábitos de vida saudáveis. Todas as mulheres são impactadas pelo envelhecimento no que se refere à fertilidade, mas boas escolhas ao longo da vida podem aumentar a capacidade reprodutiva, além de serem ótimas aliadas para uma gestação saudável.

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Alimentação saudável é forte aliada da saúde feminina

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, as principais causas de morte da população feminina são as doenças cardiovasculares, destacando-se o infarto agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral; as neoplasias, principalmente o câncer de mama, de pulmão e o de colo do útero; as doenças do aparelho respiratório, marcadamente as pneumonias, doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas, com destaque para o diabetes; e as causas externas.

A fisiologia feminina requer alguns cuidados importantes e mesmo com uma boa alimentação, algumas alterações no cardápio podem fazer maravilhas, aumentando a longevidade e beleza, e o principal: auxiliam na prevenção de doenças. Para isso, vários fatores devem ser considerados na hora da elaboração do cardápio: peso, altura, idade, compleição óssea, atividade física e intelectual, fator estresse, patologias, hábitos alimentares e riscos nutricionais.

Os alimentos contidos nas refeições do dia a dia possuem as mesmas propriedades para todas, no entanto, os benefícios reais de cada alimento dependerão das necessidades nutricionais de cada uma. Alterações hormonais acontecem durante toda a vida e exigem uma maior demanda de nutrientes para manter a saúde em dia. Confira dicas de como se alimentar em todas as fases:

 

Idade Fértil

No período menstrual há maior necessidade de consumir ferro (devido à perda de sangue). Alterações de humor podem ocorrer durante o ciclo e levam à queda de serotonina - hormônio da autoestima. Para melhorar o humor neste período são indicados alimentos que contenham magnésio (cereais integrais, vegetais folhosos escuros e castanhas) e vitamina B6 (feijão, lentilha e grão de bico), importantes para a formação de serotonina.

 

Na gestação

Durante o período gestacional, é muito importante consumir determinados nutrientes que são essenciais para o desenvolvimento do bebê, como: o ácido fólico (lentilha, grão de bico, feijão, alface, brócolis, abacate e castanhas), ferro (carne vermelha, aves e peixes, gema de ovo, frutas secas e cereais integrais) e cálcio (leite de origem animal e derivados, linhaça e couve). Para ter uma gestação saudável, é importante controlar o ganho de peso e evitar produtos industrializados. Isso diminui a probabilidade de desequilíbrios, como a hipertensão arterial, depressão pós-parto e obesidade.

 

Depois dos 30

A queda na produção de colágeno costuma aparecer após os 30 anos, um processo natural do organismo que pode ser amenizado com a ingestão de alguns alimentos, como por exemplo, a vitamina C (acerola, laranja, mamão, goiaba, limão, abacaxi). Após os 30 anos, o aumento vai também para o magnésio, que é encontrado nos cereais integrais, vegetais folhosos escuros e castanhas.

 

A menopausa chegou

O climatério/menopausa não é uma doença e sim uma fase da vida da mulher. A maioria das mulheres passa por ela sem apresentar queixas e sem necessitar de medicamentos. O estilo de vida adotado até aqui influencia diretamente para que essa fase de transição se torne mais leve. Para prevenir a diminuição de nutrientes, o consumo adequado de minerais como cálcio, ferro, zinco (peixes, cereais integrais, leguminosas, levedo de cerveja e milho), magnésio, selênio (brócolis e couve) e vitaminas D (sardinha e gema de ovo), B12 (carnes, leite e queijos) e ácido fólico, são ideais para o adequado funcionamento do organismo e para a prevenção de doenças.

 

Após os 50

Nesta fase é exigido aumento no consumo de cálcio e vitamina D (peixes, espinafre e demais folhas verde escuras), da vitamina B6 (encontrada nos cereais fortificados, produtos de soja), e água (em torno de 2 litros ou mais por dia, isso serve para todas as pessoas em geral).

É importante lembrar que a atividade física e ingestão de água são grandes aliadas da alimentação saudável. Procure sempre orientação do seu médico ou nutricionista, para adequar a alimentação de acordo com as suas necessidades e fase na qual você se encontra.

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Detecção precoce do câncer de mama: a importância do autoexame

Considerada a principal causa de óbitos por câncer entre as brasileiras, o assunto exige uma postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas. Cerca de 80% dos tumores de mama são descobertos pelas próprias mulheres. Significa que conhecer o próprio corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, são os primeiros passos para a detecção precoce da doença. Portanto, o autoexame é um ótimo recurso que auxilia na identificação de qualquer diferença.

A realização do autoexame é recomendada para mulheres a partir dos 20 anos de idade. Após os 40, todas devem realizar anualmente a mamografia - exame não invasivo que captura imagens do seio feminino e identifica lesões não palpáveis. O câncer de mama é mais comum em mulheres entre 45 e 55 anos, mas em todas as faixas etárias podem aparecer nódulos benignos, que também vão precisar de tratamento.

Quando fazer o autoexame

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim as chances de tratamento e cura. De acordo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a orientação atual é que a mulher faça a observação e o autoexame das mamas sempre que se sentir confortável para tal (no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano). Nessa estratégia, destaca-se a importância da educação da mulher para o diagnóstico precoce, assim como a busca por orientações e atendimento nos serviços de saúde.                                                                                                                      

Atenção aos sintomas

O sintoma mais comum do câncer de mama é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos. Outros sinais da doença são: edema cutâneo (na pele), semelhante à casca de laranja, retração cutânea, dor, inversão do mamilo, hiperemia, descamação ou ulceração do mamilo e secreção papilar (especialmente quando é unilateral e espontânea).

A secreção associada ao câncer geralmente é transparente, podendo ser rosada ou avermelhada devido à presença de glóbulos vermelhos. Podem também surgir linfonodos (gânglios linfáticos) palpáveis na axila. Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados.

Passo a passo para a realização do autoexame

O autoexame das mamas pode ser realizado em frente ao espelho, em pé ou deitada.

Em frente ao espelho:

  • Observe os dois seios com os braços caídos;
  • Coloque as mãos na cintura fazendo força;
  • Com as mãos atrás da cabeça, observe o tamanho, posição e forma do mamilo;
  • Pressione levemente o mamilo e veja se há saída de secreção.

Em pé (pode ser feito durante o banho)

  • Levante o braço esquerdo e apoie-o sobre a cabeça;
  • Com a mão direita esticada, examine a mama esquerda;
  • Faça movimentos circulares, de cima para baixo;
  • Repita os movimentos na outra mama.

Deitada

  • Coloque o braço esquerdo na nuca;
  • Sinta a mama com movimentos circulares, fazendo uma leve pressão;
  • Apalpe as axilas;
  • Inverta o procedimento para a mama direita.

Caso sinta algum nódulo ou mudança na textura ou tamanho, procure um médico ginecologista. Ele realizará o exame clínico poderá solicitar a mamografia de acordo com a necessidade.  

É importante lembrar que o autoexame das mamas é apenas uma forma de precaução. A consulta ginecológica anual e constante atenção aos sinais emitidos pelo corpo, são essenciais para prevenir e tratar qualquer problema.

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